Brasil corre risco de ficar sem ovos?
A escassez global de ovos e o preço altíssimo da proteína tem feito milhares de pessoas sofrer.
A escassez global de ovos e o preço altíssimo da proteína tem feito milhares de pessoas sofrer.
pós os dois reajustes expressivos alcançados na parte final da semana passada, a reposição de mercadoria foi calma no primeiro dia de negócios da segunda quinzena. Com isso, os preços praticados nos fechamentos realizados com ovos brancos e vermelhos permaneceram nas mesmas bases de negociação.
A TF Agroeconômica destaca que as cotações do milho em Chicago estão em queda, podendo recuar ainda mais caso as tarifas de Trump sejam mantidas. Isso poderia favorecer as exportações brasileiras e fortalecer os preços internos.
Os mercados de grãos abriram a semana refletindo fatores climáticos, geopolíticos e cambiais. Segundo a TF Agroeconômica, a soja mantém tendência altista com valorização de US$ 1,00/bushel na CBOT para maio, cotada a US$ 1.017,00.
Referência em fusões e aquisições e em consultoria estratégico-financeira na Região Sul do Brasil, a Bateleur reuniu as principais perspectivas para o agronegócio em um relatório econômico que está sendo lançado durante a Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque. O estudo “Cenário do Agronegócio – Brasil e Rio Grande do Sul” traz estimativas para as safras de soja, milho, trigo e arroz, além de projeções para a avicultura, a bovinocultura e a suinocultura.
O mercado global de alimentos apresentou leve queda em agosto, de acordo com o índice da FAO, órgão das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação. O índice registrou 120,7 pontos no mês, uma pequena redução em comparação com o número revisado de julho, que marcou 121,0 pontos. Em comparação a agosto de 2023, o indicador apresentou uma retração de 1,1%, e se encontra 24,7% abaixo do pico de 160,3 pontos alcançado em março de 2022.
As transações no mercado brasileiro de milho continuam a passos lentos, de acordo com os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
As recentes chuvas que atingiram as regiões do Centro-Oeste e Sudeste trouxeram um alívio esperado para os sojicultores locais nos últimos dias.
Na última semana, os Indicadores da soja ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná registram os menores patamares nominais desde agosto de 2020.
Os preços do milho seguem em queda em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, voltando a operar nos patamares nominais observados em 2020.
Os contratos do grão com entrega em julho fecharam com baixa de 18,50 centavos ou 1,28% a US$ 14,17 1/2 por bushel.
A segunda-feira (24) chega ao final com mais um dia negativo na trajetória dos preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuaram na faixa entre R$ 64,05 e R$ 67,63 após caírem até 3,83%.